Futebol, é um jogo, e só. O erro está em humanizar um jogo.

No futebol é assim, se tens proposta de algo melhor ou diferente, vais jantar com a pessoa e ouvir as condições,para saber se aceita ou não.  Como é  que o Salvador faz  quando quer saber se a pessoa é indicada, contrata logo baseado em rumores que treina bem, e o Artur Jorge até pode jantar com o Dalai Lama, por vezes nem significa nada, mas se calhar o Artur Jorge até rejeitou ‘por amor ao Braga lol’ mas como o Salvador o viu, estava já a preparar entornar o caldo, a (o) noiva (o)  sentiu-se traída (o), reagiu precipitadamente e o Artur lá se sentiu mal e acabou por ir, quando se calhar até foi só um jantar em que ele ouve pondera e rejeita a proposta,  mas depois como estava a ser vigiado, chegou a casa foi pressionado a sentir-se culpado e acabou por sair. Eu não estava lá, gosto de ver futebol,  mas  uma coisa sei, há muita precipitação e emoção a mais, os jogadores  são comprados e vendidos como peças-chave num tabuleiro de ‘xadrez’ e o treinador não é avô ou pai deles. De repente, dá a sensação que se humaniza demasiado um jogo, com 11 homens atrás de uma bola,  eu joguei durante anos, e estudei e fiz teste escrito e prático de futebol. Eu não me iludo com os jogadores ou treinador ficar ou sair do clube. Eu quero ganhar, e se for preciso tirar uma peça do tabuleiro e colocar outra, é UM JOGO!!!  Na vida real,  vocês estão a pagar para ganhar esse jogo, e não recebem nada em troca, excepto umas vitórias psicológicas de vez em quando, alegrias momentâneas, e nas derrotas? só porque os jogadores e treinadores acham que  são parte da mobília e já nem se esforçam, querem dinheiro fama ser seguidos nas redes sociais e e receber bola de ouro, mas sem grande esforço. Jogadores: Vocês são peças num tabuleiro, se vocês só arrastam a bola eu vou substituir-vos na hora. É futebol, é um jogo.  Treinadores: Se vocês não sabem ver que uma das peças no tabuleiro tem de ser substituída antes que o jogo termine e quiçá vencer o jogo. Ser treinador não é um posto. No futebol as profissões são voláteis. São peças de tabuleiro. Não são como um barbeiro  a quem vocês confiam  o vosso corte de cabelo, ou a cozinheira que cozinha bem  e vocês sabem que vão ficar bem dispostos.

Leave a Reply